quarta-feira, 16 de março de 2011

Lixeira VIVA parte II


Quase 2 meses passaram e já posso falar alguma coisa sobre como é ter uma lixeira orgânica. Antes de adquirirmos a lixeira não sabíamos que a cada remessa de lixo precisaríamos jogar uma camada de material seco por cima, tal como grama, folhas secas ou até papel. Pra quem mora em apartamento é um pouco complicado armazenar grama ou folhas, então o que mais tenho utilizado é papel picado mesmo – pacote de pão, notinhas de banco e supermercado, folhas sulfite usadas.
Depois de 1 mês mais ou menos com a lixeira, quase desistimos de mantê-la. Ela foi infestada por mosquitinhos de frutas, aqueles bem pequenos atraídos pela banana. E o pior é que eles não se concentravam na lixeira, mas se espalhavam pela casa inteira. Foram alguns dias com inseticidas nas tomadas, com armadilhas noturnas... E de repente eles foram sumindo. Não sabemos se foi por que não jogamos mais cascas de bananas lá ou se por que o frio chegou. Mas o importante é que nos livramos deles.
Quanto ao cheiro, é realmente quase imperceptível. Sentimos alguma coisa apenas quando abrimos para jogar o lixo. Quando está fechada, absolutamente nada.
É estranho como algo tão simples - algumas caixas com minhocas onde jogamos nosso lixo orgânico, possa fazer a vida parecer mais organizada, mais limpa, mais simples e correta. Incentivo que se alguém achou interessante, vá em frente, adquira uma lixeira VIVA!

Para conhecer mais a respeito veja: www.lixeiraviva.com.br

Lixeira viva parte I